domingo, 12 de agosto de 2012

Liberdade do Pensamento

Por onde ele voar eu irei...
Em todos os lugares por onde passar, eu estarei lá.
Das montanhas, às areias mais albinas.
Das florestas, ao deserto em calor exagerado.
Me leva ao gelo e ao suor
Ao fogo e ao refúgio dos arquipélagos no mesmo instante.
Pensamento que voa, voa longe...
Busca beijos que ainda darei,
Mostra-me abraços que esperarei,
Realiza sonhos quase adormecidos.
Sinto, ouço e percebo os mais variados cheiros.
Aprecio, observo e delicio-me a cada cenário em minha frente.
Sem demora, sem preocupar-me com limites.
Traz a mim um pouco do outro que quero, um pouco de mim que já se foi.
Um mundo de possibilidades a partir de uma simples permissão.
O doce gosto dos brigadeiros ... o picante, o inesquecível.
O canto dos pássaros, o ruído e até o silêncio nas colinas.
O que tu me mostra, os dias me presenteiam.
A cada pintura nova, é outra experiência incrível!
Assim creio, assim atinjo!



Trecho do Livro: FONTE DE MILAGRES
BY Nathália Souza

Feliz Dia dos Pais

Simplesmente Pai

Autor Desconhecido


Pode ser novo, pode ser velho;
Pode ser branco, negro ou amarelo;
Pode ser rico ou pobre;
Pode ser solteiro, casado, viúvo ou divorciado;
Pode ser feliz ou infeliz;
Pode estar aqui ou já ter ido embora;
Pode ter tido filhos ou adotado-os;
Pode ter casa ou morar na rua;
Pode usar terno ou tanga;
Pode ser Deus ou humano;
Pode estar trabalhando ou desempregado;
Pode ser tanta coisa ou simplesmente PAI.
Mas todos, sem faltar um sequer fazem parte da Criação.
Que não só hoje, mas em todos os dias desta vida possas ser lembrado como aquele que: muitas vezes não dormiu, muitas vezes ficou pensando na comida para levar para casa, muitas vezes engoliu sapos, muitas vezes chorou escondido, muitas vezes gargalhou, muitas vezes perdeu a hora, mas nunca deixou de pensar na coisa mais importante da sua vida: NÓS!




quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Martha Medeiros

...Regue as plantas, regue suas relações,
regue seu futuro, porque sem cuidar, nada floresce.

Martha Medeiros

 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Apaixonados

"Coisa Amar

Contar-te longamente as perigosas

coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.

Amor ardente. Amor ardente. E mar.

Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.

Contar-te longamente que já foi

num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi

desembarcar nas ilhas misteriosas.

Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas. "
Manuel Alegre

Feliz Dia dos Namorados


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Trecho do Livro FONTE DE MILAGRES

Amados, seja mais você!

Reuna tudo o que tem de bom na sua vida e admire!
Elogie a si mesmo todos os dias.
A vida não seria a mesma se você não fosse você.
Você é importante, é especial.
Se cuide primeiro.
Se ame muito.
Se presenteie.
Marque encontros fantásticos com si mesmo.
Planeje os momentos deste encontro face a face e permita-se apresender, revele-se como jamais tenha feito.
Seja seu amigo.
Pense em todas as coisas que quiz muito fazer e simplesmente não as fez por desconfiar ou boicotar-se.
Imagine realizando essas mesmas coisas, agora com mais determinação e compreensão da importância de realizar um sonho.
Sonho muito e sonhe alto!
Foque no que você quer e vá percebendo as qualidades que tem e que as ajudarão a conquistar o seu milagre.
Olhe para dentro de você.
Conheça cada pedacinho.
Vá descobrindo o que é importante para você.
Enquanto isso, já trace sua primeira missão.
Faça um carinho em seu ego e demonstre a sua gratidão por ser você!
Viva!

Trecho do Livro: FONTE DE MILAGRES

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Luís Fernando Veríssimo

Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.







Luís Fernando Veríssimo